IMPRENSA
16a.Bienal de Curitiba - Sève Galeria - Exposição "Interlúdio"




A exposição “INTERLÚDIO Sève”, em cartaz na Sève Art Galeria junto ao circuito oficial de galerias da 16ª Bienal Internacional de Curitiba, coloca em destaque a produção da artista visual Maristela Oliveira. Presente na mostra até 7 de agosto deste ano, o trabalho da artista atrai a atenção do público e da crítica especializada ao colocar em tensão a sensibilidade orgânica do ecossistema e as dinâmicas da era digital, tema esse que norteia a Bienal. O eixo conceitual proposto pelas curadoras da Bienal, Adriana Almada e Tereza de Arruda, promove justamente o diálogo entre a tecnologia e a sociedade contemporânea.
Realizada em giz pastel seco sobre papel, a obra “Dia e Noite com Tecno” sobressai-se por sua imponência nas dimensões de 110 x 160 cm, como também pelo domínio refinado dessa linguagem tradicional pela artista. A superfície da obra em questão é dividida entre a luz do dia e a obscuridade da noite, compondo uma paisagem natural atravessada por traços que remetem a circuitos e códigos tecnológicos. O trabalho sintetiza a proposta curatorial da Bienal ao criar uma zona de transição onde o sintético e o biológico se sobrepõem. É como se a tecnologia e a inteligência artificial tentassem mapear, calcular e alcançar a dimensão poética e infinita da natureza. Nessas condições, a obra opera justamente neste momento de atrito entre a tentativa do algoritmo de reproduzir o que é vivo e a afirmação do gesto humano como algo único e insubstituível.
Tal investigação se relaciona diretamente com a consistente trajetória de Maristela Oliveira, iniciada em 1978. Com sólida formação em História da Arte, Pintura e Desenho pelo Museu Casa Alfredo Andersen — onde estudou com mestres como Ronald Simon, Ilda de Camargo Coelho, Maria Cecilia Noronha e Dalva Lobo —, a artista aprimorou a sua pesquisa artística com o giz pastel a partir de 2004 sob orientação de Maria Ivone Bergamini, além de expandir sua pesquisa para esculturas tridimensionais a partir do reuso de descartes industriais e materiais naturais. Em sua poética visual, marcada pelo traço solto, pelo uso vibrante da cor e pelo dinamismo da série “Energia”, Maristela une o plano intelectual ao espiritual para traduzir o fluxo contínuo das relações humanas e da memória sensível.
“Ver o público e a crítica se conectarem de forma tão intensa com a pesquisa de Maristela Oliveira reafirma a relevância da exposição dentro da programação da Bienal de Curitiba. ‘Dia e Noite em Tecno’ exemplifica a capacidade da arte de discutir temas urgentes do nosso tempo, como o impacto da tecnologia na nossa percepção da natureza, estimulando o olhar e a reflexão. Ficamos muito felizes em receber um grande fluxo de visitantes, entre artistas, curadores, pesquisadores e apreciadores de arte, e em reforçar o compromisso da Sève Art Galeria em promover encontros significativos com a pesquisa artística contemporânea,” destacam as fundadoras e sócias da Sève Art Galeria, Helena Rolim de Moura e Letícia Rolim de Moura.
Serviço:
Alameda Dr. Carlos de Carvalho, 1547 – Batel, Curitiba – PR
https://www.instagram.com/seveartgaleria/
+55 41 99126-1955
Visitação de segunda a sexta – 10h às 12h e 13h às 18h.


Arte que Conecta Tecnologia e Natureza
A exposição “INTERLÚDIO Sève”, em exibição na Sève Art Galeria, integra o circuito oficial da 16ª Bienal Internacional de Curitiba e destaca a produção da artista visual Maristela Oliveira. Até 7 de agosto, o público pode conferir a obra da artista, que chama atenção ao explorar a tensão entre a sensibilidade orgânica do ecossistema e as dinâmicas da era digital, tema central da Bienal. Sob a curadoria de Adriana Almada e Tereza de Arruda, o evento propõe um diálogo entre tecnologia e sociedade contemporânea, evidenciando o impacto da inovação na vida cotidiana.
“Dia e Noite com Tecno”: A Técnica e a Temática em Evidência
Realizada em giz pastel seco sobre papel, a obra “Dia e Noite com Tecno” impressiona tanto pelo tamanho — 110 x 160 cm — quanto pela técnica refinada de Maristela Oliveira. A composição divide-se entre a luz do dia e a escuridão da noite, apresentando uma paisagem natural atravessada por traços que remetem a circuitos e códigos tecnológicos. Essa justaposição cria uma zona de transição onde o sintético e o biológico se sobrepõem, simbolizando a tentativa da tecnologia e da inteligência artificial de mapear e alcançar a dimensão poética e infinita da natureza. A obra revela o atrito entre o algoritmo que tenta reproduzir o que é vivo e o gesto humano, único e insubstituível.
Trajetória e Pesquisa Artística de Maristela Oliveira
Desde 1978, Maristela Oliveira constrói uma carreira marcada pela investigação artística e pela combinação do intelectual com o espiritual. Formada em História da Arte, Pintura e Desenho pelo Museu Casa Alfredo Andersen, onde teve mestres como Ronald Simon e Ilda de Camargo Coelho, a artista aperfeiçoou o uso do giz pastel a partir de 2004, orientada por Maria Ivone Bergamini. Sua pesquisa também abrange esculturas tridimensionais feitas a partir do reaproveitamento de descartes industriais e materiais naturais. Com traços soltos, cores vibrantes e dinamismo, especialmente na série “Energia”, Maristela traduz o fluxo das relações humanas e da memória sensível.
Recepção e Importância da Exposição
Helena Rolim de Moura e Letícia Rolim de Moura, fundadoras da Sève Art Galeria, destacam que a conexão intensa do público e da crítica com a obra reforça a relevância da exposição na programação da Bienal. “Dia e Noite em Tecno” exemplifica como a arte pode discutir temas urgentes, como o impacto da tecnologia na percepção da natureza, estimulando o olhar e a reflexão. A galeria tem recebido um grande fluxo de visitantes, incluindo artistas, curadores e pesquisadores, fortalecendo seu compromisso com a promoção de pesquisas artísticas contemporâneas significativas.




A Conexão Entre Arte, Natureza e Tecnologia
A exposição “INTERLÚDIO Sève”, em cartaz na Sève Art Galeria e integrante do circuito oficial da 16ª Bienal Internacional de Curitiba, coloca em evidência a produção da artista visual Maristela Oliveira. Com visitação gratuita até 7 de agosto, a mostra chama atenção ao explorar o equilíbrio delicado entre a sensibilidade orgânica dos ecossistemas e as dinâmicas da era digital, que é o tema central da Bienal.
O conceito proposto pelas curadoras Adriana Almada e Tereza de Arruda oferece um diálogo profundo entre tecnologia e sociedade contemporânea, um eixo que perpassa toda a programação do evento. A obra “Dia e Noite com Tecno”, realizada em giz pastel seco sobre papel, se destaca tanto pelo tamanho imponente de 110 x 160 cm quanto pelo domínio técnico que Maristela imprime ao material tradicional.
Arte que Transita Entre Dois Mundos
A superfície da peça é dividida entre a luminosidade do dia e a escuridão da noite, compondo uma paisagem natural permeada por traços que lembram circuitos e códigos tecnológicos. Essa sobreposição cria uma zona de transição entre o sintético e o biológico, onde a tecnologia e a inteligência artificial parecem tentar decifrar e alcançar a dimensão poética e infinita da natureza.
Nesse processo, a obra evidencia o atrito entre a tentativa dos algoritmos de reproduzir o que é vivo e a singularidade do gesto humano, que permanece insubstituível. Essa investigação dialoga diretamente com a trajetória artística de Maristela Oliveira, iniciada em 1978, marcada por uma sólida formação em História da Arte, Pintura e Desenho no Museu Casa Alfredo Andersen, onde estudou com renomados mestres como Ronald Simon e Ilda de Camargo Coelho.

Trajetória e Pesquisa Artística
Desde 2004, a artista aprofundou seu trabalho com giz pastel sob orientação de Maria Ivone Bergamini, além de explorar esculturas tridimensionais feitas a partir do reuso de descartes industriais e materiais naturais. Sua poética visual, reconhecida pelo traço livre e cores vibrantes na série “Energia”, une intelecto e espiritualidade para traduzir o fluxo contínuo das relações humanas e da memória sensível.Helena Rolim de Moura e Letícia Rolim de Moura, fundadoras e sócias da Sève Art Galeria, ressaltam a importância da obra “Dia e Noite com Tecno” dentro da programação da Bienal: “A conexão intensa do público e da crítica com o trabalho de Maristela reafirma a relevância da exposição. A arte aqui discute temas urgentes, como o impacto da tecnologia na percepção da natureza, provocando reflexão e um olhar atento.”
A Sève Art Galeria segue aberta para visitação gratuita até 7 de agosto, promovendo um espaço para encontros significativos entre artistas, curadores, pesquisadores e público interessado na pesquisa artística contemporânea.


Entre os dias 9 e 16 de junho, a capital paranaense recebe a Curitiba Art Week, iniciativa que mobiliza galerias, museus, ateliês e espaços independentes em uma programação que antecipou o clima da 16ª Bienal Internacional de Curitiba, reforçando o protagonismo da cidade no circuito cultural internacional.
No dia 09, a Sève Art inaugurou a “INTERLÚDIO Sève”, a primeira de uma série de aberturas em diversas galerias pela cidade. A exposição segue até o dia 07 de agosto.
Conhecida desde 2013 como Circuito de Galerias da Bienal, a iniciativa se reconfigura em 2026 sob o nome Curitiba Art Week. Com o propósito de aproximar arte, mercado e cultura, a programação reúne galerias, artistas, museus e espaços culturais em uma agenda integrada, criando um amplo percurso de arte contemporânea que conecta diferentes espaços, públicos e experiências em Curitiba.
Instigada pelo tema “Limiares”, indicado por Adriana Almada e Teresa de Arruda, que assinam a curadoria geral da Bienal de Curitiba em 2026, a Sève Art Galeria idealizou uma exposição especialmente para esta ocasião, que através da curadoria propõe um território de suspensão: um campo de possibilidades entre presença e desaparecimento, matéria e silêncio; um lugar onde a arte ampara instantes em que a forma hesita, mas insiste em existir.
O “Interlúdio” funciona como um entrelugar, em que as obras ocupam o espaço expositivo como experiência sensorial. A intenção é criar uma atmosfera imersiva, em que o diálogo com a arte continue mesmo após o gesto inicial.
“A obra só se completa com a presença do público”, como destacam Helena Rolim de Moura, Sergio F. Rolim e Leonardo Lizardo, colaboradores da curadoria junto ao Núcleo Sève.
Entre as obras de destaque da exposição, está “Abismo Azul”, de Leila Versetti. Partindo da cor como território de investigação, a artista constrói um campo pictórico em que o azul deixa de ser representação do céu ou do mar para assumir a condição de estado limiar, um espaço de transição entre luz e trevas, presença e ausência. Em grande escala, a obra não busca ilustrar o abismo, mas instaurá-lo diante do espectador: a dimensão de 240 x 160 cm coloca o corpo em relação direta com a pintura, intensificando a experiência sensorial e contemplativa. A obra dialoga diretamente com a noção de “obra aberta”, proposta por Umberto Eco, ao depender da presença e da subjetividade do espectador para completar seus sentidos.
A exposição também apresenta trabalhos dos artistas: Luiza Burigo Volpato, Lys Áurea Buzzi, Maristela Oliveira, Nani Silveira e Carlos Januário, Orlando Azevedo, Sergio F. Rolim e Wilson Pinto.
Além da mostra realizada em sua sede, no coração do batel, a galeria participa da exposição coletiva “Mapa Aberto”, na qual os artistas Nani Silveira e Carlos Januário, representados pela Sève, apresentam as obras “Organóides Bios II” e “Organóides Bios VI” no Salão Brasil da Prefeitura de Curitiba, ampliando a presença e a atuação da galeria na programação da Bienal.
A exposição "Mapa Aberto" segue até 16 de julho.
Como ressaltam o Núcleo Sève: “vivemos um momento em que a arte ultrapassa fronteiras e se integra cada vez mais ao cotidiano. A Bienal de Curitiba traduz essa proposta por meio de um modelo descentralizado, que ocupa diferentes espaços da cidade, amplia o acesso à cultura e fortalece a democratização da arte”. A partir desse sentido, enfatizam também que “nesta edição, a tecnologia também surge como elemento essencial, expandindo as possibilidades de criação, percepção e compartilhamento. Ao integrar o circuito da Bienal, a Sève Art Galeria reforça esse movimento de valorização da arte local, conexão com o público e ampliação das experiências artísticas”.
A galeria, criada em 2022 pelas arquitetas Helena e Letícia Rolim Moura, tem como objetivo difundir artistas nacionais vivos, institucionalizar suas trajetórias e obras, e promover um ambiente de reflexão e contemplação crítica.










DIARINHO - COLUNA DO TON ANTONY


CONCEITO ATUAL - NEREIDA MICHEL 01/08/2024






HOJE PR COLUNA RUY BARROZO - 31/07/2024


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